Antes de mais, para abrir este espaço, uma nota: eu não faço análises, nem nada que se pareça com isso. Apenas digo o que acho, bom, mau, foleiro. Posso eventualmente dar uma ou outra justificação fraca; é mais numa de keep track of. Portanto não esperem por nada assim de especial. Posto muito directamente: vou fazer um conjunto de, quando me der na gana para escrever, opiniões acerca de álbuns que vou ouvindo. E pronto, é a vida.
Após uns quantos meses de sucessivas modificações no estado dos posts, tentativas falhadas de fazer edições entre outras situações, hoje lembrei-me que havia de voltar ao Espaço 538 e tentar fazer o update ao Wordpress. Olhei para os plugins que tinha activos e pensei, “porque não?” - desactivei-os. Foi o remédio santo para o weblog. Já posso escrever coisas e editá-las sem haver erros macabros. Nem vou actualizar nem nada. Fica assim, imaculado.
Portanto, agora sim. O Espaço 538 pode voltar à vida. Retomaremos a programação habitual assim que houver disponibilidade.
E que raio de blog é aquele que não tem qualquer tipo de update à coisa de mais de um ano (isto claro, fora todo o material que foi retirado, ou simplesmente passou a ser ultra-privado)? Pois, é este raio de blog que não tem qualquer tipo de update à coisa de mais de um ano e que simplesmente não serve para mais nada a não ser perder tempo. Pode ser que faça juz ao nome mais tarde, pode ser que continue morto. É um altar porque é o sítio mais alto, de oferta de sacrifícios e por ser o sítio onde pode acontecer algum tipo de milagre, como o da ressureição de um blog. Pois, claro, é já a seguir, como se de um ser fantástico se tratasse. Gostava de escrever algo mais profundo, é certo; poder mostrar alguma coisa decente sem ter o problema de me despir perante o mundo — continuo para aqui, com os movimentos presos, sem querer andar nem parar. Vamos ver em que é que isto dá. Pode ser que sim.